23 de Fevereiro, 2024

Empreendedorismo, uma simbologia secular que permanece atuante no país até os dias atuais

Complexo de prédios localizado no Parque del Sol, na capital cearense

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O emprendedorismo é uma ferramenta sócio – econômica que sempre simbolizou o país no cerne desde o próprio período colonial. No recém livro publicado de Jorge Caldeira, ‘História da Riqueza no Brasil – cinco séculos de pessoas, costumes e governos’, ele expõe que além de que novos estudos e documentos apontam para a acepção do excedente pela população originária em terras brasileiras, os Tupi – Guarani, que por assim influenciou para a ascensão de produção interna voltada para os pequenos comércios, já que o pau – brasil servia de troca com o ferro, advindo do colonizador europeu, assim se processou gradualmente esta sistemática nos séculos XVI e XVII no Brasil.

Sob este viés, no futuro esta máxima está se estabelecendo, atualmente uma pesquisa denominada Global Entrepreneurship Monitor (GEM) realizada pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), constataram que os pequenos negócios continuam desempenhando uma sólida contribuição na economia nacional. Nos dados apurados no ano de 2021, o país ocupa a quinta posição, entre 47 nações analisadas.  Na lista, o Brasil está atrás de República Dominicana, Sudão, Guatemala e Chile.

A arte de empreender. Uma das características marcantes do brasileiro na arte de empreender é que apesar de ter havido uma queda, em 2021, quando comparado a 2022, porém este objetivo é o foco entre as três maiores metas dos brasileiros. Na ordem se configuram em primeiro lugar, viajar pelo Brasil, depois comprar a casa própria, e posteriormente ter o próprio negócio.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, salienta que apesar do recuo, se atribui que o status para o empreendedorismo ainda é um dos pontos permanentes e que se fortaleceu com os desafios que a Pandemia trouxe nos últimos anos. “Ao contrário do que aconteceu em 2020, quando o sonho de empreender foi mais intenso entre as pessoas de classes mais desfavorecidas e de menor escolaridade, mais jovens e com menor experiência; em 2021, percebeu-se que as pessoas com faixas medianas de salário, de escolaridade e idade estiveram mais propensas a abrir um novo negócio”, avalia Melles.