5 de Março, 2024

Mistério: Histórias de ETs no Vale do Jaguaribe e outros locais

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Uma das personalidades mais requisitadas do universo da ufologia cearense, Agobar Peixoto, o qual o mesmo enumera que possui o maior arquivo da temática do país. Hoje com 74 anos, o especialista dedicou a vida a procurar desvendar a existência de vidas em outros planetas, através de surgimento dos Objetos Voadores Não Identificados (OVNI), com ocorrências no Ceará e em outros estados do país.  

Agobar revela que só em caso de hipnose para descobrir detalhes de pessoas que foram supostamente abduzidas, ele afirma que na aplicação da técnica já são mais de 100 indivíduos.

Nesta matéria, você vai conhecer alguns destes casos narrados pelo próprio ufólogo, e um fato que ocorreu com o pesquisador de OVNI no Vale do Jaguaribe.

De acordo com Agobar, em 1968, ele esteve em Pereiro, fazendo uma investigação de umas bolas luminosas que surgiram na região. Uma mobilização do município, segundo ele, se formou para debater o tema, envolvendo o padre, o prefeito e o delegado. Agobar disse que entrevistou muitas pessoas no município.

Enfim, uma caravana se formou, e eles foram fazer uma vigília na Serra dos Macaco, localidade do município que faz a divisa do Ceará com Rio Grande do Norte.

“E lá, começamos a ver luzes ao longe, e a um dado momento começamos a jogar faixa de luz de lanterna. Tinha máquina Kodak antiga que não tinha condições de bater foto nem nada. Em dado momento, vários objetos, tipo vaga – lumes muito grandes, se aproximaram, ficaram em cima da gente. No monte, começou a chover, e a coisa ficou preta, nós ficamos com medo logicamente. Um de nossos companheiros andava armado com um rifle, queria atirar, nós recusamos, e rapidamente fomos embora no jipe”, recorda.

 

Um segundo caso emblemático, considera o ufólogo, é o enredo de uma senhora que sofreu abdução juntamente com a irmã quando ainda eram crianças. Este bastante sigiloso, destaca o pesquisador, que por assim não quer revelar o nome, nem o local da ocorrência, tampouco a idade, denominando a principal personagem deste enredo de Elizabeth.  

De acordo com Agobar, certo dia, a nave apareceu para Elizabeth e a irmã, quando crianças. O OVNI acabou sugando as duas meninas para o interior do disco voador. As duas ficaram numa sala, e a irmã de Elizabeth afirmou que viu três seres cinzas, dois pequenos, e um alto. Ela achou que o alto era o chefe, pois a roupa tinha um desenho de um sol na camisa, na parte do peito.

De acordo com o relato repassado ao ufólogo, os seres ficavam inserindo equipamentos ou algo do tipo em Elizabeth. Passado alguns instantes, a recordação que Elizabeth tinha é que havia acordado no outro dia em casa. A filha tentou contar a história para a mãe, a genitora não acreditou uma palavra da criança. Com o tempo, Elizabeth foi esquecendo a experiência.  

“Então, ela mais adulta ela começou a entender o que estava acontecendo com ela. Esta senhora foi abduzida, continua sendo abduzida, inclusive, hora por outra ela aparece com cortes, manchas, substâncias estranhas na sua pele, o couro cabeludo dela existe furos. E esta pessoa está sendo acompanhada por mim. Vou ter um encontro com ela em breve”, aponta Agobar.  

O ufólogo afirma que recentemente, ela e a filha viram uma nave, e o OVNI abriu próximo a elas. Então, ela viu lá dentro um artefato rodando, Elizabeth filmou. Ao chegar em casa os vídeos gravados desapareceram, mas sobrou o áudio do motor.  

Uma revelação constatada pelo estudioso é que quando Elizabeth acordou da primeira vez que foi abduzida, ela viu pós brancos brilhantes nos braços. Ela fez uma lavagem, parte saiu, outra não, e no braço existiam manchas.

Agobar explica que o pó é utilizado para cicatrização e desinfecção. “Constato isso porque tem outras pessoas hipnotizadas por mim e dizem que este pó apareceu. Aliás não é só ela que é abduzida, o filho, o marido, uma família toda é abduzida”, ressalta o ufólogo.

Um outro caso intrigante, relatado por Agobar, foi um episódio recente que aconteceu em João Pessoa, “por sinal uma pessoa ligada a um amigo meu que é pesquisador comigo lá”, afirma o professor.

A localização, praia de Jacumã, na Paraíba. Havia uma reunião de amigos de famílias diferentes, e de madrugada a energia da casa fundiu, e concomitante apareceu uma luz muito forte rondando a residência.

“E por lá ficaram por vários minutos, e elas ficaram com medo de sair, né. Elas pensaram que podia ser um vigia, mas lá não tinha, lanterna também porque a luz era muito forte, tal qual que atravessava as telhas. E uma pessoa escutou um barulho “tum, dum, tum”. Essa luz ficava ‘arrudiando’ a casa. Depois essa luz desapareceu, e a eletricidade voltou ao normal. É como se o objeto tivesse cortado a energia da casa,” sentencia Agobar.

Outra ocorrência mencionada pelo pesquisador é de um motorista de ônibus, o Manoel Queiroz, que viajou a Mulungu para participar do aniversário de uma amiga num sítio.

A festa bradou a madrugada. Os convidados fizeram uma serenata para a aniversariante. No outro dia pela manhã, por volta das 7h, se reuniram para uma missa. No decorrer da celebração, o Manoel teve vontade de ir no banheiro, e saiu. Se embrenhou nas matas, e quando estava percorrendo um caminho, uma luz focou em cima dele. Ele se sentiu puxado para cima, e apagou.

O povoado sentiu a falta dele, e começaram a procurar. Depois de 12 horas o homem foi encontrado dentro do mesmo sítio, num local distante da sede, estava deitado, sujo e ensanguentado na relva das bananeiras, como tivesse sido cortado.

Manoel procurou um médico da cidade, o médico analisou, e o liberou. Ao voltar para casa, ele foi tomar banho, foi que percebeu o estado do corpo com cortes cirúrgicos. Com dúvida, sem explicação para o acontecido, o povo perguntando e ele sem resposta.

O padre de Mulungu convocou o professor Agobar para auxiliar no caso. O ufólogo disse que conduziu Manoel para São Paulo, a procurar uns amigos hipnólogos, que nessa época ele ainda não fazia hipnose.

Ao voltar pra Fortaleza, Agobar de certa feita, conseguiu uma maneira de fazer hipnose, e a revelação aconteceu. Manoel disse que ao subir pela luz foi colocado num quarto em cima de uma cama, posteriormente surgiu um lençol levitando, que inexplicavelmente enrolou o motorista e o levou para uma sala.

“Nessa sala tinha uns equipamentos, ele foi colocado numa cama, tipo hospital de aço inox, e lá tinham seres pequenos, e um maior que comandava. O maior era parecido com a gente, mas os pequenos eram diferentes, magrinhos. Começaram a fazer procedimentos, e ele imóvel. Segundo Manoel, desceu uma tábua de pirulito, uma tábua com um equipamento todo furado, e deste equipamento saíam luzes tipo laser, tipo que fez a varredura no corpo dele. E daí ele foi devolvido, só que ele não se lembra a volta. Após essa hipnose ele não quis fazer outra hipnose porque tecnicamente não faço hipnose após 40 minutos da primeira, para não descansar a pessoa, nem a gente”, finaliza Agobar.

 

Serviço:

O professor Agobar disponibiliza telefone caso alguém conheça, ou tenha presenciado alguma ocorrência. Whatsapp: (85) 82256847