5 de Março, 2024

No Corpo de Bombeiros, os militares conhecem as características de cada cachorro

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Eles são adestrados para cumprir missões arrojadas, complicadas, em ações delicadas de policiamento, resgate e auxílio militar, é com essa configuração que a corporação da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) adota a utilização de cães e cavalos para o trabalho cotidiano.

Na Companhia de Policiamento com Cães (CPCães) do Comando de Policiamento de Choque, os cachorros podem desempenhar diferentes funções, como detecção de explosivos e entorpecentes, patrulhamento, busca e captura, além do chamado show dog, que são apresentações de adestramento realizadas em instituições. Desde filhotes, os animais começam a ser treinados e, de acordo com a personalidade e aptidões, são encaminhados para a função mais adequada.

Para ser um cão de faro, por exemplo, o cachorro deve ter um instinto de caça aguçado, além de demonstrar segurança e ser bastante curioso. Já os que trabalham com show dog não podem ser agressivos, por ter mais contato com o público, ao contrário dos cães de patrulhamento, que apresentam um instinto de proteção.

Quando a missão é cumprida, os animais ganham a recompensa: um brinquedo ou petisco e o carinho dos colegas de trabalho.

Segundo o comandante da Companhia de Busca com Cães (CBCães) do CBMCE, capitão Eliomar Alves, é insubstituível a atuação dos cachorros no específico raio de atuação deles, principalmente no resgate de pessoas. “Em um deslizamento de terra, por exemplo, como vamos saber onde cavar, onde procurar as vítimas? Não há ainda nenhum equipamento que tenha a capacidade de localização de pessoas que um cão tem”, analisa.