5 de Março, 2024

Eduardo Bismarck solicita obras a prefeitos do Vale do Jaguaribe

Bismarck foi eleito coordenador da bancada cearense no Congresso Nacional

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O deputado federal Eduardo Bismarck (PDT), que hoje cumpre papel estratégico para o Ceará no Congresso Nacional, exercendo a função de coordenador da bancada cearense, ou seja, parlamentar com a função de articular as demandas do estado com o centro político federal, em Brasília, disse hoje em entrevista concedida ao apresentador Wellington Freitas, do programa Uirapuru Notícias, que será necessário ouvir os prefeitos do Vale do Jaguaribe para saber quais obras são importantes em cada município para aplicar as solicitações.      

O pedetista afirmou que o papel que está exercendo é dialogar com os 22 deputados federais e os três senadores, no sentido de organizar as emendas oriundas do Ceará.

“Quando falo de emendas, estou falando de bancada, são aquelas obras de maior volume financeiro. Claro que o deputado federal tem um volume financeiro da sua lavra, que ele pode indicar um prefeito como indico pro Palhano, pra Russas. Mas através da coordenação da bancada, nós unimos os esforços dos deputados e dos senadores ao mesmo tempo pra poder enviar um volume maior de recursos, que é bem superior aquilo que o deputado tem condições de mandar, através de seu mandato sozinho”, destacou o parlamentar.

Eduardo, que exerce o segundo mandato, afirmou que neste aspecto, desde a legislatura passada a bancada cearense executou em média mais de 100 milhões de reais em proposituras alencarinas.

“Basicamente cada estado tem um volume impositivo de recurso igual. Então São Paulo, Ceará, o Amazonas, tem o mesmo volume de recurso impositivo, aquela de obrigatória de execução, aquela que o Governo Federal tem que mandar. E mais através do somatório de esforços dos parlamentares a gente consegue os volumes extras, que são muito importante também, e principalmente estes, que são os recursos que o governador está esperando, é o recurso que o estado está esperando, e a gente consegue aportar aqui no estado pra executar essas grandes obras”, frisou o deputado.

Nesta seara de investimentos, Eduardo Bismarck, ressalta, que houveram auxílios, por exemplo, para a construção do Hospital Universitário da Universidade Estadual do Ceará (UECE), “que vai ser o maior hospital público do Norte e Nordeste, e que vai atender em Fortaleza todo tipo de especialidade”, complementa.  

Na linha de atuação do Vale do Jaguaribe, o deputado pontifica que está em debate a tramitação de uma estrada que liga a BR – 304, em Aracati, ao município de Palhano. Além disso, o parlamentar afirma que já levantou recursos para o Hospital Municipal de Baturité, e ele citou a proposta de pavimentação da CE – 356, que liga o Maciço de Baturité até o Vale do Jaguaribe. O deputado acrescentou que o governador Elmano de Freitas esteve com o ministro dos Transportes, Renan Filho, para averiguar a viabilidade da duplicação da BR – 116, no trecho em Pacajus, até o Boqueirão do Cesário.

Eduardo Bismarck também enfatizou que as tratativas do Ministério da Educação (MEC), capitaneado pelo cearense Camilo Santana, onde segundo o deputado, está configurando numa remodelagem institucional. “A gente tem aí um Fies que é uma pauta importante que o Camilo já criou um grupo de trabalho para pensar um Fies novo reestruturado, visando evitar o endividamento dos alunos que saem, vão para o mercado de trabalho. Não tem condições de pagar a própria bolsa de estudos. Então isso tudo, nós já estamos com a Frente Parlamentar da Educação pedindo também para poder participar desse grupo de trabalho e vamos participar, o Camilo vai pro Lançamento da Frente da Educação na qual sou o Secretário Geral”, relatou.  

Reforma Tributária. Eduardo Bismarck considera que a Reforma Tributária é prioridade número um. No entanto, o parlamentar adverte que ela é difícil de ser executada porque algum dos entes envolvidos sairá perdendo, no critério de arrecadação.

De acordo com Eduardo, a única forma de tramitar uma Reforma Tributária é pensando nas pessoas, e implementando um mecanismo transitório onde não haja perda abrupta na arrecadação dos estados e municípios.  

“Mas para quem a gente precisa olhar principalmente é hoje o cidadão que tem uma carga tributária que é impossível de pagar, o cidadão que compra no supermercado, ele paga uma carga tributária mesma que a do rico. Um outro ponto que precisamos olhar e que atrapalha muito no desenvolvimento do país, e aí só adianta fazer reforma tributária olhando para isso, é na carga tributária de quem quer empreender, de quem quer desenvolver”, pontuou.  

Segundo Bismarck, o pequeno empreendedor que procura crescer no ramo empresarial, ele deixa de pagar impostos às vezes porque comprou uma mercadoria que tem substituição tributária. “A pessoa que tem um mercadinho maior sabe que estou falando, comprou um comércio um pouco maior. Compra uma mercadoria que tem uma substituição tributária, quando ele vai ver não declarou direito, sofre um auto de infração, que pra pagar o auto da infração é o dobro do preço que ele gastou para poder comprar a mercadoria”, explana o parlamentar.