5 de Março, 2024

O universo dos games eletrônicos no meio social e político

Sargento Marcos Linhares possui um canal no Youtube sobre o ramo

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Os games são febre em todo o planeta, aqui no Brasil esse sucesso não seria diferente, estima-se que o país ocupe a 3ª posição no ranking de maiores consumidores do segmento no mundo, neste aspecto, o Brasil só perde para China e Estados Unidos.

O sargento da Polícia Militar, Marcos Linhares, de 38 anos, dono de um canal no youtube chamado ‘Sou Tech’, via digital que apresenta novidades e jogabilidade em games, relata que começou a jogar videogame aos sete anos na casa de vizinhos.

“E depois muito tempo, somente com meus 10 anos fui conseguir meu primeiro console Master System 3, lembro muito bem até hoje, antes disso eu economizava a minha mesada e aos finais de semana gastava toda ela nas locadoras de games que eram muito famosas na minha época”, frisa Linhares.

Com o passar dos anos os jogos eletrônicos começaram a evoluir, aqui no Brasil esse avanço aconteceu entre os anos de 2003 e 2005, com a popularização de editoriais sobre games como Revista Oficial do Playstation, EGM Brasil e o programa G4 Brasil.

De acordo com Marcos, o público de seu canal tem preferências por jogos mais voltados para o terror e RPG, o interesse de seu “viewers” também é direcionado a uma categoria chamada “Detonados”, o qual o jogador passa por fases e começa a evoluir no game platinando com conquistas e realizações dentro do jogo.

“Você vai iniciando o jogo com dicas desde a primeira fase até o último minuto do game, e eu trago no meu canal, dicas de troféus e realizações que todos podem concluir, platinando o game, eu sempre tento me aproximar bastante do meu público, tento responder todos os comentários, tento realmente ter um relacionamento com meu público”, destaca o youtuber.

Neste contexto, a psicóloga Taislaine Monteiro, afirma que no aspecto comportamental e cognitivo todo exagero é maléfico. “Isso vale também para os games e jogos eletrônicos, o excesso dele pode provar inúmeros prejuízos, tais como, dificuldade nas funções executivas, como concentração, atenção, flexibilidade de tarefas e limitado ganho de repertório. Sem contar que podem trazer prejuízos para a saúde física como um todo”, alerta a especialista.

No entanto, a psicóloga também enfatiza pontos positivos, ela elenca: “se usado de maneira adequada ele pode favorecer um bom raciocínio lógico, auxiliar na coordenação motora, habilidades de estratégias e tolerância ao perder, caso o indivíduo consiga lidar com as situações onde não irá ganhar nos jogos”, analisa Taislaine.

Regulamentação. Jogadores de fantasy games defendem a regulamentação por meio de um Projeto de Lei (2796/2021); a ideia é agir com transparência e segurança para com todos os elos. 

Profissionais da área de gaming do cenário nacional e internacional discutiram propostas para o setor, especialmente de fantasy sports – modalidade de esporte eletrônico cujo desempenho depende eminentemente das habilidades dos usuários. 

A Associação Brasileira de Fantasy Sports (ABFS), representada por seu presidente Rafael Marcondes, fez uma defesa enfática para o crescimento do setor: regulamentação, transparência e fortalecimento de mecanismos para geração de emprego e renda em tecnologia.

“A segurança jurídica fomenta a atração de investimentos, sejam eles nacionais ou internacionais. A expansão do setor naturalmente traz benefícios ao país em termos de economia, pois gera emprego e estimula novos projetos em tecnologia. Estamos totalmente empenhados em ser um motor de incentivo para pesquisa e formação de desenvolvedores em jogos eletrônicos”, destaca Marcondes.

Serviço:

https://www.youtube.com/@SouTech

Marcos Linhares: “trago no meu canal, dicas de troféus e realizações que todos podem concluir, platinando o game”