21 de Maio, 2024

A Transnordestina, segundo o deputado estadual De Assis Diniz

De Assis Diniz no gabinete, em reunião virtual

Descripción de la imagen

Aguardando imagem patrocinada

Aguardando imagem patrocinada

  • De Assis Diniz – artigo

Um sonho acalentado durante anos está prestes a tornar-se realidade. A primeira fase da ferrovia Transnordestina deve ser entregue até 2026. Em Brasília, ainda em fevereiro, o governador Elmano de Freitas se encontrou com as bancadas parlamentares do Piauí e do Ceará para tratar dos repasses dos recursos para a obra.

A ferrovia Transnordestina ligará o município de Eliseu Martins, no Piauí, aos Portos de Pecém, no Ceará, e de Suape, em Pernambuco, com extensão total de 1.753 km. A conclusão da ferrovia Transnordestina é fundamental para o desenvolvimento econômico e social da Região Nordeste, facilitando o transporte de cargas, além de gerar milhares de empregos diretos e indiretos. Atualmente, há 815 km de ferrovia concluídos.

Quando estiver finalizada, a ferrovia terá capacidade para transportar cerca de 30 milhões de toneladas por ano, principalmente granéis sólidos (minério e grãos). Ao promover a integração, a Transnordestina se consolidará como um elo fundamental para dinamizar a economia do Nordeste, reduzindo os custos de logística de uma das principais regiões produtoras do Brasil.

Em 2022, foram construídos 215 km de ferrovia, dos quais 165 no Piauí e 50 km no Ceará, no trecho entre Missão Velha e Lavras da Mangabeira. No Ceará, há 136 km totalmente executados e outros 100 km em obras de infraestrutura (entre Lavras da Mangabeira e Acopiara), que devem ser concluídos até o final de 2023.

O trecho do Ceará, que fará a conexão do Piauí com o Complexo Industrial e Portuário do Pecém, é o foco da fase 1 do projeto, neste novo plano refletido no aditivo assinado em dezembro de 2022. O trecho Missão Velha-Pecém, da ordem de R$ 3 bilhões está com 25% concluído, 136 km dos 527 km.

Como as obras deverão estar concluídas em 2030, a Transnordestina também poderá ser utilizada para a movimentação de Hidrogênio Verde (H2V), produzido no hub cujas obras têm início no Complexo do Pecém ainda em 2023, ampliando a capacidade econômica do Ceará. Boas novas para o crescimento econômico do nosso Estado!

Aguardando imagem patrocinada