28 de Fevereiro, 2024

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Neste seis de abril se celebra o Dia Mundial da Atividade Física, neste contexto, segundo pesquisas, no Brasil cerca de 10 milhões de pessoas convivem com a osteoporose, e destes 20% estão cientes da doença.  

Na data celebrativa, especialistas apontam que a prática de exercícios pode tratar e prevenir a osteoporose. De acordo com a ortopedista Christine Muniz, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Seção Ceará (SBOT – CE), a problemática é uma doença silenciosa que raramente apresenta sintomas. Porém, conforme Christiane, a enfermidade pode repentinamente se manifestar gravemente, que é a fratura óssea.   

“Essas ocorrências podem colocar a pessoa em risco de vida ou causar dores e deficiências de longo prazo. Mulheres no período pós-menopausa e que retiraram os ovários ou tiveram menopausa precoce, antes dos 45 anos, devem ter maior atenção”, alerta a ortopedista.

Segundo os estudos, o ser humano atinge o ponto máximo da massa óssea aos 30 anos de idade. Até essa fase, quem tem por hábito se exercitar com regularidade solidifica saudavelmente essa área do corpo.

 “É muito importante tomar todas as medidas possíveis para prevenir a osteoporose, e a prática de exercícios é a mais consensual entre os médicos. A atividade física aumenta a força dos ossos, melhora a musculatura e a regulação dos hormônios, entre muitos benefícios para a saúde”, explica Christine.

“Com o envelhecimento da população, teremos cada vez mais idosos ativos na sociedade, e o enfraquecimento dos ossos pode torná-los mais suscetível a fraturas, limitando a mobilidade dessas pessoas”, complementa a ortopedista.

Indicações

Conforme orientações dos médicos, alguns hábitos contribuem para a boa saúde dos ossos: manter uma dieta equilibrada, que inclua cálcio, proteínas e vitaminas; praticar atividade física, especialmente de fortalecimento muscular; e evitar fumar e consumir bebidas alcóolicas.

“Os exercícios físicos mais recomendados para a saúde óssea são os de fortalecimento muscular, de alongamento e aeróbicos de baixo impacto, a exemplo da musculação, do pilates e dos exercícios funcionais, respectivamente. No entanto, qualquer atividade física deve ser feita com acompanhamento médico, pois devem ser levados em conta o nível de aptidão física, idade e as preferências individuais”, avalia a presidente da SBOT-CE.

“A atividade física também pode prevenir o desenvolvimento de outras doenças, como problemas de coluna, tendinite e artrose, que representam boa parte dos problemas ortopédicos em pacientes idosos”, aponta a médica ortopedista.