28 de Fevereiro, 2024

Presidente do Banco Central: Roberto Campos Neto

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Uma antiga discussão perdura no debate público que é a taxa básica de juros estabelecido pelo Banco Central regularmente. Atualmente batendo as casas dos 13,75%, reflete no desempenho da economia, pelo menos é o que salienta o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

“Se a contração do crédito por parte da população e das empresas é impactada pela variação da taxa Selic, é simples perceber que uma taxa de juros alta prejudica o consumo e o crescimento econômico, configurando entrave ao desenvolvimento nacional, à erradicação da pobreza e da marginalização, e à redução das desigualdades sociais e regionais”, avalia Pacheco.  

Na esfera do Banco Central, organismo que monitora a taxa básica de juros – Selic – com uma reunião realizada por um comitê do órgão bancário a cada 45 dias, e fixa uma taxa de acordo com as oscilações políticas nacionais e internacionais, para assim controlar a inflação, determinou a fixação da meta em 3%.

De acordo com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, ressalta que a inflação atinge as classes mais pobres da sociedade e que a entidade tem agido tecnicamente para alcançar estabilidade de preços e do sistema financeiro. Roberto compreende a preocupação com a pauta do crescimento econômico, no entanto enfatiza a rigidez no controle inflacionário.

“E o que importa na economia não é a Selic, o que importa é o que a gente chama de condições financeiras, que é o que eu tenho total de liquidez na economia, e a Selic é um instrumento que, para gerar condições de liquidez, tem que ser conduzida com credibilidade”, expõe Roberto Campos.