20 de Junho, 2024

Foto: Reprodução

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Uma nova modalidade de cuidados com a saúde está emergindo gradualmente é o tratamento com medicamentos oriundos das plantas, os fitoterápicos. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que o Brasil é um dos países mais ansiosos do mundo, com cerca de 9,3% da população, e novos estudos apontam que os remédios fitoterápicos possuem prescrição para combater a ansiedade.

A doutora Juliana Medeiros, farmacêutica especialista no assunto, enfatiza que algumas plantas possuem ações ansiolíticas e podem ser utilizadas no tratamento da ansiedade. No entanto, de acordo com Juliana, durante a consulta são avaliados fatores intrínsecos de cada paciente.

“Levando em consideração tanto seu estado de saúde atual como também sua história de vida, possibilitando a descoberta de onde está a possível raiz da ansiedade e a partir dessa percepção de ´um olhar` integral e sistêmico é possível chegar a uma escolha de terapia fitoterápica mais adequada para cada paciente”, analisa a profissional.

A farmacêutica acentua que a prescrição consiste em cápsulas de fitoterápicos manipuladas em farmácia magistral, onde é possível prescrever concentrações variadas, fazer associações de fitoterápicos e ajustes de dose pertinentes para cada caso.

“Além disso, fazemos a inclusão das infusões e tinturas, bem como, também dos óleos essenciais e rotinas não farmacológicas para promover o bem-estar e o equilíbrio ao paciente através de uma ampla intervenção terapêutica”, explica Juliana.

A especialista alerta que pesquisas de fontes não-confiáveis estão levando ao uso indevido dos medicamentos fitoterápicos e das plantas medicinais. Conforme Juliana, existem espécies botânicas que são aparentemente idênticas em aspectos físicos – folhas parecidas, caules, por exemplo – ‘porém são completamente diferentes quanto à ação farmacológica, algumas espécies sendo inclusive, tóxicas”, revela a especialista.

A farmacêutica afirma que no caso dos medicamentos fitoterápicos é preciso ter cuidado com alguns produtos que não possuem registro e, por isso, apresentam baixo nível de segurança. “Outra questão a considerar: é preciso ter cuidado com o grau de conservação da planta enquanto droga vegetal (planta seca, aquela que é comprada, por exemplo, em lojas de produtos naturais) bem como, com contaminações da planta fresca (aquela que é retirada diretamente do solo nos chamados jardins medicinais caseiros). Sendo assim, a forma de garantir o uso correto de um fitoterápico ou de uma planta medicinal é sempre com a orientação de um médico ou farmacêutico”, salienta a especialista.

Serviço: Dra. Juliana Medeiros: tel: (85) 99788-0959

Juliana Medeiros avalia que cada paciente precisa de um diagnóstico para o tratamento adequado

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